Nossas Ações

 Instalando Equipamentos

29 de março e 5 de abril de 2024





 

 Trilha Ecológica

com Identificação de Orquídeas

Meu Castelo ("Castelinho") - Morin

13 de março de 2024













Identificando a primeira espécie: Zygopetallum maxillare





 
Reino Fungi:
 






 
Um pouco da Fauna:
 

 
Cume:
 
 
 
Chegando no cume... pausa para o lanche:









 
A flora da Mata Atlântica de Altitude:


















Algumas orquídeas avistadas:

Precisa ter olho aguçado: Oncidium longipes (?)

 
Seria uma micro-orquídea?


 
Epidendrum denticulatum, em Mata Atlântica de Altitude.
 
 
 




Nosso prêmio: Cleistes vinosa em floração (4 fotos acima).

 

 

Plantio de novas Plantas Medicinais

1º de março de 2024.

 














 

Visita à Floricultura

para Aquisição de Novas Plantas Medicinais

Nosso Jardim - Petrópolis

29 de fevereiro de 2024



 



















 




 

 

Feira de Física

14 de novembro de 2023


 




















 

 

Feira de Física

14 de novembro de 2023




































 

Feira de Conhecimento

24 e 25 de outubro de 2023

































































 

 Arrumação do Laboratório

19 de outubro de 2023

  











 Chegada dos Equipamentos e Material para o Laboratório.

22 de setembro de 2023.








 

Mini Curso

"Conhecendo um pouco o Mundo das Orquídeas"

Proferido na Semana da Biologia

da UENF, Polo Cederj, Petrópolis

23 de setembro de 2023


 

 







 Plantio de Nossa Terceira Muda

10 de outubro de 2023

Fedegoso

Senna occidentalis


 

Mini Curso

"Conhecendo um pouco o Mundo das Orquídeas"

Segundo Encontro: 21 de setembro de 2023

 
 
 





Mini Curso

"Conhecendo um pouco o Mundo das Orquídeas"

Primeiro Encontro: 14 de setembro de 2023

 
 
 
 



 





 Plantio de Nossa Segunda Muda

15 de setembro de 2023

Caneleira

Cinnamomum verum

Adubação com superfosfato

 
 
 

 

Plantio de Nossa Primeira Muda

22 de agosto de 2023

Loureiro
Laurus nobilis

 
 

Adicionando Super Fosfato
(primeiro adubo inorgânico utilizado na História)
 







 
 
 
 

 
 

 

 

Sulcando o Solo para Penetração Hídrica

17 de agosto de 2023




 






 

 

 

Teste de pH do Solo do Canteiro de Plantas Medicinais

25 de maio de 2023

Observou-se que o solo esteve por um longo período sem ação humana, com intensa vegetação espontânea e com pouca permeabilidade hídrica.

Foram feitas coletas de amostras em 3 pontos equidistantes no espaço de forma a se obter uma estimativa do pH de todo o espaço.

 
 




Preparo da Amostras.
 
 
 
Observou-se um pH de Neutro para Ácido (6 a 7 na escala).

 

JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO (JBRJ)

 

Autora do Texto:  Maria Eduarda da Costa Silva

E nosso próximo destino foi o Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Nosso passeio aconteceu no dia 20 de abril de 2023, acompanhados com as melhores companhias, professor Cláudio, Reginaldo, os alunos e também, alguns ex alunos do Estadual de Araras. A ida foi tranquila, muitas conversas, brincadeiras, músicas, e um céu lindo. Chegando lá, fomos recebidos pelo Prof. Dr. Leopoldo C. Baratto, que nos direcionou primeiro ao Canteiro de Plantas Medicinais, onde tivemos o prazer de conhecer a Pesquisadora em Etnobotânica e curadora da Coleção Temática de Plantas Medicinais do JBRJ, Viviane Stern da Fonseca-Kruel.

 

Começamos nossa visita ao canteiro com uma conversa com a pesquisadora Viviane e o professor Leopoldo, que nos contaram um pouco sobre o canteiro, e sobre a importância de conservar as plantas medicinais.

O canteiro, atualmente, tem cerca de 250 espécies de plantas, que vêm sendo cultivadas em 33 canteiros. Os principais objetivos do canteiro são identificar, registrar e cultivar espécies medicinais, ajudar e promover ações que instiguem pessoas a querer saber mais sobre o imenso universo das plantas medicinais, e, de forma indireta, preservar as espécies.

É de extrema importância que as plantas sejam conservadas, isso vai muito além da ecologia, elas fazem parte da gente. As plantas medicinais estão diretamente ligadas à nossa vida, seja por meio de perfumes, produtos de higiene pessoal, cosméticos, aromas para lugares, comidas, rituais e especialmente em nossos medicamentos, e acreditem, a maioria das plantas tem poder medicinal, inclusive a cada momento um cientista descobre alguma substância nova. Conservar as plantas é conservar a nossa história, imagine viver em um mundo sem elas, seria perigoso.

Depois de muitas informações interessantes, fizemos um tour pelas plantas das mais variadas possíveis, cipó cabeludo, guaraná, chapéu-de-couro, clitória, espinheira santa, Aloe vera (babosa), capim-cidreira, eucalipto, tanchagem-menor, erva-dos-bichos, cana-de-macaco, entre muitas outras.

O canteiro é incrível, você além de conhecer novas plantas, consegue ter a experiência prática, podendo tocar e cheirar.
Após o encerramento do nosso tour, fomos para o Herbário, onde fomos recebidos pela técnica aposentada, mas ainda ativa, do Herbário, Rosângela da Silva Cunha, que foi responsável por nos mostrar e explicar sobre o local.

 

Entenda o que é um Herbário: um herbário é formado por uma coleção de “exsicatas”, que são amostras de ramos de plantas com folhas, flor ou fruto desidratadas, registradas e armazenadas de forma bem protegida montadas sob uma cartolina para que durem séculos, elas também recebem uma ficha com informações sobre local e data da coleta, ambiente onde a planta estava, características como altura, cor da flor, aroma, dentre outras particularidades que o coletor achar relevante. As coleções podem ser organizadas em ordem alfabética ou segundo um sistema de classificação. Em geral, segue a ordem de família, gênero e espécies. Além das exsicatas, muitos outros elementos de origem vegetal podem fazer parte de um herbário, por exemplo fragmentos de madeira, frutos, artefatos, lâminas com cortes anatômicos e pólen ou mesmo amostras de DNA.

O Herbário do JBRJ possuí:

- Xiloteca, onde são guardadas amostras de madeira para o estudo dela, tendo 9.650 amostras em forma física, e 26 mil unidades de amostras guardadas em lâminas com cortes histológicos.

- Carpoteca, onde são guardadas mais de 5 mil amostras de frutos e sementes desidratadas.

- Etnobotânica, traz informações relacionadas a utilização das plantas, e de exemplo são expostos artefatos e objetos feitos de plantas, mostrando a diversidade biológica e cultural.

- Banco de DNA de espécies da Flora Brasileira, tem o trabalho de preservar as informações genéticas da grande diversidade da flora, possui mais de 5.700 exemplares.

Fomos apresentados ao passo a passo de como é feita a exsicata, primeiro o pesquisador coleta a espécime, que é levada para ser prensada, onde as amostras de plantas precisam estar intercaladas entre folhas de papel, papelão e placas de alumínio, e tudo isso é amarrado a duas pranchas de madeira, como se fosse um sanduíche; depois da prensa, todo o conjunto é levado para secagem em estufa com temperatura controlada, controle da temperatura é essencial, se secar demais as plantas ficam quebradiças; depois de tudo isso ela vai ser levada para ser estudada, onde iram descobrir e registrar tudo o que puderem sobre a planta; depois de ser analisada ela vai ser fotografada para ficar registrada no também no JABOT (Sistema de Gerenciamento de Coleções Botânicas); e por último, ela vai ser guardada junto as outras de acordo com o sistema de classificação, podendo durar séculos.

Enquanto visitávamos todos esses lugares e víamos o passo a passo de perto, tivemos o prazer de encontrar um pesquisador em ação, que nos deixou usar o seu microscópio para vermos algumas plantas que ele estava estudando, uma experiência sensacional. E encerramos nossa visita ao Herbário assinando o livro de visitas, e saindo espalhando elogios de admiração pelos profissionais e pelo local.

Após nossas visitas serem encerradas ficamos livres para explorar o Arboreto do Jardim Botânico que conta com mais de 30 atrações incríveis, dentre elas, Orquidário, Cactário, Bromeliário, árvores como pau-brasil e ipê roxo, Meliponário, Portal da Antiga Academia de Belas Artes, Memorial Mestre Valentim. Até aparição de macacos tivemos. Muitas outras atrações, uma mais interessante e bonita que a outra.

Deixamos o Jardim Botânico com um sorriso no rosto, admiração no coração, conhecimentos na cabeça e um segredo na mochila. E não, não estou brincado, não é mesmo Gabi?

E esse foi nosso passeio ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, resumindo, um passeio incrível, com experiências únicas e fotos e momentos incríveis. E claro, deixo aqui o agradecimento, meu e dos alunos, ao professor Cláudio que é o responsável por nos proporcionar momentos de ensinamentos tão divertidos como esse.

E agora gente, qual será nosso próximo destino?

LINKS INTERESSANTES:

JABOT GERAL: http://jabot.jbrj.gov.br/v3/consulta.php

JABOT BRASIL: http://rb.jbrj.gov.br/v2/consulta.php

SITE DO JBRJ: https://www.gov.br/jbrj/pt-br

COMPRA DE INGRESSO ONLINE: https://jbrj.eleventickets.com/#!/home

 
 

Segunda Aula de Campo do Projeto “O Verde que nos Envolve”:

Visita ao Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro

20 de abril de 2023.

1ª Parte

Gostaria de agradecer profundamente o carinho e companheirismo de todos envolvidos.

Meu sonho era ter uma escola onde o conhecimento fosse construído de forma alegre e espontânea, como foi neste dia.

A sala de aula e os demais espaços escolares têm capacidade, mesmo com suas limitações, para ser este lugar de troca de conhecimento e curiosidade, sem as amarras de aulas “professorais” expositivas. Já experimentei isso em alguns projetos que desenvolvi: Galileu 250 Anos em 2014, LabFis em 2015, LabFis - Óptica em 2018.

Infelizmente, os "transformadores" de currículo não conhecem suficientemente o espaço social chamado escola ou não têm interesse para se permitirem uma verdadeira transformação. Além disso, os concursos diversos são engessados em velhas fórmulas de seleção para o ingresso em seus diversos núcleos (cursos superiores, cursos técnicos, mercado de trabalho) o que nos faz cair na cilada de velhas formas e fórmulas de ensino-aprendizagem.

Outros países, à exemplo da Finlândia em todo o seu ciclo pré formação profissional, a Espanha com o Ensino por Projetos de Trabalho de Fernando Hernandez, ou Portugal com a Escola da Ponte.
Acho incrível ver a sociedade em profunda mudança neste Século XXI (Século da massificação da informação) e a escola ter um currículo "renovado" com um "retoque de maquiagem".

Como gosto de falar, sempre que vem à tona: não mudo o mundo, mas tento mudar meu entorno. Mas… não posso mudar todo o entorno, pois existem exigências (planilhas e pautas) a serem cumpridas. Então, a gente adapta, a gente cumpre e descumpre o que deve e o que pode.

Enfim… é a luta. Quem quiser embarcar nessa comigo é só se achegar.



 


































































































 

Nosso Jogo!

O Mestre Boticário

 

 Feira de Física

6 de dezembro 2022
































 Primeira Lista de Compras para nosso Laboratório, a Ser Avaliada

 

Passeio da Escola

Maria Eduarda da Costa Silva

No dia 22 de novembro de 2022, alguns de nós, alunos do Colégio Estadual de Araras, fizemos uma visita ao Parque da Quinta da Boa Vista e ao Museu do Amanhã.

O passeio começou quando, por volta de 8 horas, estávamos todos no ônibus, rumo ao primeiro destino, o Parque da Quinta da Boa Vista.

Logo de início já tivemos uma reflexão com nosso professor Cláudio. Ele nos contou um pouco sobre como ele estava extremamente feliz por ver seus alunos se interessando em aprender, e sempre o apoiando e ajudando, nos contou de como os alunos do Estadual são diferentes. E isso nos fez refletir, de como estamos no caminho certo para mudar esse mundo, com inteligência, persistência, carinho e respeito, e que devemos continuar assim.

Bom, e ao decorrer de muitas risadas, cantorias, brincadeiras, e curiosidades com o professor Cláudio, como por exemplo, o motivo do porquê da existência do muro que separa a Linha Vermelha da favela, chegamos ao Parque (imagem 1). Um lugar recheado de paz, de cor, de alegria. Sem dúvidas um lugar maravilhoso. Lá, os alunos se dividiram e foram explorar o local e, em meio a praças bonitas, achamos o Museu Nacional (imagem 2), onde encontramos uma pequena amostra de cristais do que sobrou do incêndio de 2018 (imagens 3, 4, 5, 6, 7).

 





Com nossa visita ao Museu, fizemos algumas descobertas. Ele é um museu de História Natural, criado por D. João VI, em 1818, inicialmente localizado no Campo de Santana, mas desde 1892, está instalado no Palácio de São Cristóvão. Ele continha aproximadamente 20 milhões de itens em seu acervo, entretanto, apesar de ser um local importantíssimo começou a sofrer com a falta de assistência do Governo, o que levou ao desgaste da fiação elétrica, o que acarretou o incêndio de 2018. A estimativa é que museu só ficará pronto/recuperado em 2027. Pois é, são 9 anos de reconstrução, e mesmo assim ele nunca voltara a ser como era antes, pois perdeu-se aproximadamente 85% do seu acervo. Sim, o museu que foi considerado um dos maiores museus de História Natural e de Antropologia das Américas, hoje não tem quase nada. Um fato muito interessante comentado pelo professor Cláudio é que muitos museus pelo mundo estão ajudando na recuperação do Museu Nacional com doações de peças para seu novo acervo.

Saímos de lá carregados de conhecimentos, com a promessa de voltarmos em 2027, e com um aviso: “Todos que por aqui passem protejam esta laje, pois ela guarda um documento que revela a cultura de uma geração e um marco na história de um povo que soube construir seu próprio futuro." (imagens 8, 9).


Ao meio-dia nos encontramos novamente para seguir ao nosso próximo destino, o Museu do Amanhã. Depois de caminhar um pouco chegamos, e todos nós já ficamos chocados de como o local é grande e cheio de coisas legais. O esquema foi o mesmo, os alunos se dividiram e foram explorar... e descobrimos muitas coisas. O museu por meio de ambientes audiovisuais, exposições surreais, instalações interativas e jogos leva o público a examinar o passado, entender a atualidade e imaginar futuros possíveis. Vemos que o museu e muito receptivo e inclusivo, pois se fazem presentes três línguas (português, inglês e espanhol) para os visitantes, e aqueles que possuem alguma deficiência visual ou auditiva também conseguem participar das atrações. Aqui serão citadas algumas das diversas exposições que se faziam presentes:

- Quatro Oceanos (imagem 10), aqui os diferentes fluxos do planeta são representados pelos movimentos de tecidos.

 

- Coração (imagens 11, 12, 13), onde é apresentado para o público o funcionamento do coração, maquetes de várias partes do coração, e oferece ao público a experiência de poder escutar diversas histórias emocionantes de superação.



 

- Cubo da Vida (imagens 14, 15, 16), vemos várias fotos de como nosso ecossistema é imenso e bonito, nos faz refletir sobre como estamos cuidando dele.

 




- Nhande Marandu (imagens 16), nos mostra com produções contemporâneas a história da etnomídia indígena, ou seja, alguns meios de comunicação deles.

 

- Diferenças (imagens 17, 18, 19, 20, 21), nos mostra quão diferentes e diversificados nós somos, evidenciando que nosso planeta é regado por culturas e que devemos dar mais atenção a elas.

 






- Amazônia (imagens 22, 23, 24, 25), com certeza uma das melhores exposições foi essa, ela traz fotografias impressionantes sobre a floresta, rios, montanhas e a vida nas comunidades indígenas. A exposição é resultado de sete anos de experiências de Sebastião Salgado na Amazônia Brasileira. As histórias e as fotos nos comovem, nos inspiram, nos impressionam, e nos fazem refletir e chamar a nossa atenção para o pedido de socorro dos povos e do ecossistema que estão morrendo aos poucos.




 

- Churinga (imagens 26, 27), é um objeto aerófano, ou seja, ele produz som através da vibração do ar. Era e é utilizando por muitas comunidades, seja para espantar animais a se comunicar.


 

- Antropoceno (Imagens 28, 29, 30, 31), nessa exposição, seis totens altos trazem conteúdo audiovisual sobre como moldamos o planeta e suas mudanças climáticas extremas, ou seja, é o espelho do nosso planeta.




 

E muitas outras...

Essas são apenas uma parte de tudo, o resto só vendo com seus próprios olhos, e prometo que você não se arrependerá. Foi uma experiência única e com certeza incrível, você sai carregado de conhecimento e com um questionamento: “Como eu quero o meu amanhã?”

Agradecimentos:

Deixo aqui o agradecimento de todos os alunos, ao professor Cláudio e ao Reginaldo, por terem nos proporcionados uma experiência como essa.

Agradecimento também, aos alunos presentes, pelo interesse e importância dada ao conhecimento e ao futuro.




 








E agora a pergunta que não quer calar: qual o próximo destino?

 

Feira do Conhecimento

Dias 8 e 9 de novembro de 2022.

 

 






















































__________________________________________________
 
 
Preparando Nosso Canteiro de Plantas Medicinais
 
ANTES

 
 APÓS A PRIMEIRA FASE

SEGUNDA FASE


APÓS A SEGUNDA FASE
 
__________________________________________________
 
Espaço do Nosso Futuro Laboratório de Ciências
 
VISÃO DO ESPAÇO INTERNO
 
LATERAL ESQUERDA, CENTRO E TETO E LATERAL DIREITA

VISÃO PANORÂMICA DO ESPAÇO
 
ESBOÇO DE PLANTA BAIXA

 
PRIMEIRA ALTERNATIVA, NÃO ESCOLHIDA POR DIFICULTAR A PASSAGEM DO PROFESSOR PELAS BANCADAS.

SEGUNDA ALTERNATIVA, NÃO ESCOLHIDA POR NÃO DISPOR BANCADA PARA A INTEGRALIDADE DOS ALUNOS.
 
ALTERNATIVA ADOTADA. APESAR DE NÃO DISPOR DE BANCADAS DE TAMANHO IDEAL, POSSIBILITA ACOMODAR A INTEGRALIDADE DOS ALUNOS EM BANCADA.

INÍCIO DAS OBRAS!
 

__________________________________________________
 
Palestra do Prof. Dr. Leopoldo Clemente Baratto
sobre Plantas Medicinais
em 10/06/2022


 
O Prof. Dr. Leopoldo Clemente Baratto é Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Santa Catarina; Mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Paraná e Doutor em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Paraná, com período sanduíche em Biozentrum, Martin-Luther-Universität, Halle (Saale) na Alemanha. Professor Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Departamento de Produtos Naturais e Alimentos. Atual Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Farmacognosia, entidade onde ele já foi presidente em duas outras oportunidades. Coordena, entre outros, o projeto de extensão PlantaCiência, além de coordenar o projeto daqui da nossa escola que trata de Plantas Medicinais e Biodiversidade.
Contou com o apoio de Bernardo Gomes, aluno de Graduação no curso de Biotecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que participa do Projeto de Extensão "Transformando o Conhecimento CIentífico em Linguagem Popular através da Visão de Crianças e Adolescentes: falando sobre plantas medicinais nas mídias sociais", o qual o Prof. Leopoldo é coordenador.
A palestra versou sobre o Histórico do uso de Plantas Medicinais, as formas de pesquisa e desenvolvimento de Medicamentos com Fitoterápicos. Foi seguida de vivência de prática em análise de substâncias reagentes.
 





















__________________________________________________

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Banner do Frontão da Entrada do Laboratório 06 de junho de 2024